Depois de reflectir sobre estas considerações decidi que a realização da minha animação deveria
essencialmente passar pelas palavras chave que me conduziram à criação e desenvolvimento da marca.
A palavra chave Comunidade marcou o ínicio do que viria a ser quase a semente de uma possível campanha
viral.
Executei experiências em diversos materiais e técnicas, como o stop motion, quer com pessoas a interagir
com a marca, quer com estruturas em papel, que embora tenham revelado algumas falhas foram muito
importante para a compreensão e salto para o projecto final.
Mais tarde decidi alargar um pouco o meu conceito inicial de Comunidade e desenvolvê-lo no sentido do
Dador (outras das minha palavras chave), e que o Instituto Português do Sangue fizesse parte da vida que
cada cidadão e que este tivesse orgulho nisso. Peguei em diferentes personagens, com idades diferentes,
rotinas diferentes, mas que marcassem uma unidade pela dádiva.
A ideia passou pela produção de quatro vídeos muito curtos onde há espaço para que todos se identifiquem,
quer pela idade, quer pela actividade, um estudante, um desportista, uma empresária e um carpinteiro, e que
estes quatro vídeos funcionassem individualmente. E um outro vídeo que reúne todas estas personagens,
onde tento misturar estas rotinas evidenciando a ligação com o Instituto Português do Sangue que é o que os
une.
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